Conteúdo para publicações impressas e corporativas

Em projetos editoriais – como guias para consulta, livros e relatórios anuais – oferecemos o conteúdo adequado ao orçamento e ao estilo da sua empresa. Trabalhamos de várias formas: definição de temas e redação completa; edição e adaptação de textos; orientação textual e criativa com base em conteúdo oferecido pelo cliente; revisão.

Na 3a Via TV, autoridades discutem segurança pública no programa A Polêmica

Duas autoridades da área de segurança pública estão presentes esta semana em mais uma edição do programa “A Polêmica”, que é dirigido pelo jornalista Claudio Carneiro e apresentado pelo advogado Cláudio Andrade, e transmitido pela 3ª Via TV, por meio dos canais 25 e 425 HD da Via Cabo TV.

Na edição desta terça-feira (17 de setembro), o delegado titular da 134 DP, Geraldo Rangel, e o major Campos, do 8º BPM, abordaram os principais assuntos da segurança pública no Brasil, no Estado e em Campos.

Assuntos como o desaparecimento do pedreiro Amarildo, no Rio de Janeiro, as recentes manifestações que aconteceram em todo o país e o aumento da criminalidade nas cidades do interior do Rio de Janeiro foram os principais temas.

Assista a 3a Via TV pela internet, no site www.terceiraviatv.com.br.

Na Semana Nacional do Trânsito, os abusos de sempre

Editorial, por Claudio Carneiro

Preocupada com os crescentes números de mortes no trânsito em todo o mundo, a ONU sugeriu há dois anos que os países estabelecessem uma semana dedicada à reflexão sobre esse inevitável problema. A proposta da entidade era a de reduzir à metade o número de mortes no trânsito no prazo de dez anos. (…)

Leia na íntegra em www.jornalterceiravia.com.br

Onde desperdiçamos nosso rico dinheirinho

Editorial do Jornal Terceira Via

Pois é, leitor e leitora do jornal Terceira Via. Chega ao fim o mês mais curto do ano e começa um dos mais longos. E como dizia o professor Raymundo – personagem imortal de Chico Anysio – “e o salário, ó”.  As contas pra pagar não param de chegar na caixa de correspondência e os impostos idem.

Pensando no seu bolso, entramos em contato com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e perguntamos quais os gastos que mais afetam e pesam no orçamento. Para surpresa nossa, algumas despesas – entre as mais custosas – podem ser evitadas, como veremos em seguida. Outras, no entanto, não deixam escapatória.

Acredite, o brasileiro gasta, em média, 24,3% de seu orçamento com alimentação, sendo 15,07% comprando gêneros alimentícios e outros 9,32% com alimentação fora de casa. Ou seja, quase 10% do que ganhamos vão para bares e restaurantes. É nesse aspecto que podemos cortar – se não tudo – pelo menos um pouco. Principalmente se considerarmos que o mesmo prato, feito em casa, pode custar dez vezes menos que no restaurante.

Na pole position do ranking, consumindo 25% do que percebemos a cada mês, vêm as despesas com habitação. Exatos 4,29% do que o trabalhador ganha vão para o aluguel residencial. No mesmo segmento, vem ainda tarifa de eletricidade residencial (3,04%), condomínio (2,45%) etc. Importante ressaltar que o percentual é uma média: tem gente que não paga aluguel enquanto para outros, a locação representa percentual mais alto do que esse. Outra despesa que conta muito é o plano de saúde, que responde a 3,56% – sempre considerando que muitos não pagam ou, simplesmente, não têm este benefício.

O sonho do carro novo é outro peso no orçamento e pode comprometer – em média – 3,37% da renda, à vista, a prazo ou em consórcio. Já o ônibus nosso de cada dia não fica para trás e corresponde a 3,36% das despesas familiares. Esse empate técnico é esclarecedor: muito mais pessoas andam de ônibus do que compram carro zero.

No ranking do bolso vazio vêm ainda as despesas com o combustível (2,83%) e automóvel usado (1,52%). A despesa média com a empregada doméstica mensalista – mesmo considerando que nem todos a tem – toma 2,20%. Fazemos ainda malabarismo para pagar as tarifas de telefone móvel (1,69%), taxa de água e esgoto (1,66%).

Feitos estes esclarecimentos, fica a sugestão: este será um ano de redução de despesas. Que cada um corte onde menos doer.

Media training

A Clio acaba de fechar com a Print Rio um novo pacote de palestras de media training para o ano 2013. Claudio Carneiro vai integrar a equipe de Janice Caetano para o treinamento de executivos. O segmento de atuação dele será o rádio. Por motivos éticos, os clientes não são revelados. O mídia training prepara porta-vozes em sua relação com a imprensa.

Não foi só o futebol que azedou as relações entre Brasil e Bolívia

Editorial do Jornal Terceira Via em 26/02/2013

Se no âmbito diplomático as relações entre Brasil e Bolívia não são grande coisa, imagine agora depois do episódio envolvendo a torcida do Corinthians que resultou na morte do menino Kevin Espada, atingido por um foguete sinalizador durante o jogo San José x Corinthians, pela Libertadores.

Uma certa tensão entre Brasília e La Paz – embora Sucre seja a capital – começou no dia 28 de maio de 2012 quando o senador de oposição Roger Pinto pediu asilo político à embaixada brasileira alegando que sofria perseguição política e temia ser assassinado. Asilo concedido pela presidente Dilma Rousseff, e se fez o impasse. Impossibilitado de resgatar Roger Pinto nos domínios da embaixada brasileira, o governo daquele país não concede salvo-conduto a quem entregou – pessoalmente ao presidente Evo Morales – documentos que denunciam o envolvimento de dois altos funcionários do governo com o narcotráfico. Entre os acusados está o ministro da Presidência, Juan Ramón Quintana, que teria estreitas ligações com o traficante Maximiliano Munhos Filho – que cumpre pena no presídio de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná. Desde então, Roger Pinto vive “preso” em território brasileiro mas dentro de seu próprio país.

Segundo a ONU, os cultivos de coca na Bolívia aumentaram de 25,4 mil a 31 mil hectares desde que Morales chegou ao poder. Maior fornecedor de drogas ao Brasil, a Bolívia é o terceiro produtor mundial de coca e cocaína, depois de Colômbia e Peru.

De volta ao lamentável caso do jogo da Libertadores, surge o menor H. A. M. de 17 anos, como o autor do disparo. Ele está a poucos meses de completar a maioridade. Descoberto o verdadeiro autor, em plena cidade de São Paulo, supõe-se que, em breve, estariam livres os doze corintianos presos na Bolívia. Entre os detidos está o futuro presidente da organizada, Tadeu Macedo de Andrade, de 30 anos.

Resta saber se a Bolívia vai colocar na balança o conflito anterior ou se vai sair de mãos abanando nos dois episódios.

Mais um serviço da Clio: Media training e Palestras

Oferecemos palestras sobre temas relacionados à atuação da Clio (geração de conteúdo e assessoria de imprensa), em qualquer lugar do Brasil, com apresentação personalizada para cada público.

Malvinas ou Falklands?

Editorial do Jornal Terceira Via, 06/02/2013

A Argentina espera – em 20 anos – recuperar na diplomacia o controle sobre as ilhas Malvinas que os ingleses chamam de Falklands. O anúncio foi feito pelo ministro argentino das Relações Exteriores, Héctor Timerman ao jornal The Guardian. Timerman apela para o sentimento anticolonialista que toma conta do mundo para dar força às suas teses.

Ingleses e argentinos sabem que o arquipélago é rico em recursos minerais, como o petróleo, por exemplo. Argentinos e ingleses também reconhecem que os habitantes das ilhas – de origem escocesa – preferem manter a nacionalidade de primeiro mundo. Temas delicados que a truculência militar argentina não levou em conta em 1982.

O conflito armado durou 73 dias – tempo suficiente para que 649 jovens soldados argentinos e 255 ingleses morressem. Outros 500 ex-soldados argentinos, mergulhados em depressão, se suicidaram após a acachapante derrota. Politicamente, o conflito fortaleceu o governo conservador de Margareth Thatcher e apressou a queda da junta militar argentina liderada por Leopoldo Galtieri.

Até às vésperas da guerra – mais precisamente até meados dos anos 70 – havia uma ponte aérea semanal ligando a Argentina ao arquipélago que levava provisões e assistência médica aos insulares. O voo semanal continua – mas agora parte do Chile.

A população das ilhas é de um milhão de pinguins, 600 mil ovelhas e 3.140 pessoas. Os habitantes – os chamados kelpers – são, em sua maioria, descendentes de escoceses e galeses. As Malvinas abrigam sete brasileiros. A Rainha Elizabeth II tem direito de interferir diretamente nos assuntos internos do território. Ela é ali representada pelo governador e diplomata britânico Nigel Haywood.

Mais um serviço da Clio: Assessoria de imprensa

A sua história pode virar notícia. Essa é a função da assessoria de imprensa. Hoje, é uma das ferramentas mais poderosas de um plano de comunicação. A geração de mídia espontânea traz credibilidade e força à sua marca. Atuamos em todas as etapas deste serviço: planejamento, identificação de fatos relevantes, geração de notícia, redação de press release, produção de press kits, relacionamento com a imprensa, apoio em eventos e entrevistas, follow-up com os veículos e jornalistas, acompanhamento de resultados via clipping, geração de relatórios.

Esquecimento das tragédias recentes é Alzheimer social

Editorial do Jornal Terceira Via, 05/02/2013

Dizem que a imprensa não vive sem uma desgraça. Na verdade, a grande tragédia nacional é nossa falta de memória. O incêndio na boate em Santa Maria, por exemplo, fez os fluminenses esquecerem por completo um triste e recente episódio. Se a lembrança do leitor não se iluminou, talvez ajude a imagem de Zeca Pagodinho num quadriciclo fazendo o que as autoridades não fizeram na enchente em Xerém.

O distrito localizado em Duque de Caxias praticamente caiu no esquecimento depois do fato ocorrido na boate Kiss. Santa Maria, por sua vez, vai perder espaço para um evento que apaga e entorpece corações e mentes: o carnaval. Sem querer agourar e batendo três vezes na madeira, outros acidentes e escândalos logo virão para abastecer novos conteúdos da imprensa e apagar a memória recente de todos nós – serão crimes bárbaros, desastres, corrupção, incêndios ou desabamentos. Vivemos um Alzheimer social.

Quando poderosos não são punidos por seus malfeitos e até mesmo conquistam mais poder, a mensagem é absorvida rapidamente e repercute na sociedade causando uma sensação geral de desrespeito à lei e desprezo pelo próximo – a sociedade fica doente. É a história de Ouroboros – a cobra que come a própria cauda. Donos de boates passam a acreditar que tudo podem. Fiscais se corrompem. Torcedores trucidam pessoas que usam a camisa de outro time. Mijões se multiplicam nos dias de folia. Estacionam-se nas calçadas, joga-se lixo na rua. Autoridades perdem o que lhes resta de compostura. Pode tudo.

Está escrito no início do texto: a grande tragédia nacional é nossa falta de memória. Não nos esqueçamos disso!