O mercado negro do autógrafo

Por Claudio Carneiro, para Vitrola News, publicado no PaperBlog

Assinar o nome artístico em uma folha de papel e entregá-la ao fã não é mais um gesto inocente de simpatia e gratidão. O autógrafo virou negócio na internet e envolve um grande mercado no qual não faltam falsificadores, compradores, leiloeiros e mercenários. A coisa funciona mesmo como um grande negócio: envolve valor agregado, falsificação, licenciamento e lucro. Estima-se que somente os artigos assinados por esportistas movimentem US$ 4 bilhões anuais. (…)

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