Valor: “IGP-M deve fechar o ano abaixo de 6%, projeta FGV”

Por Aricia Martins, Valor

A trajetória de forte alta dos preços agrícolas verificada entre outubro e novembro não é generalizada e deve sair do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) em dezembro, o que torna elevada a probabilidade de o indicador fechar o ano abaixo de 6%. A avaliação é do coordenador de análises econômicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Salomão Quadros. (…)

Leia a matéria na íntegra no site Valor online.

Uol: “Novos contratos de aluguel em SP têm alta de 19% em um ano”

(…) Para os contratos de aluguel em andamento, com aniversário em novembro e atualização pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), o reajuste será de 6,95%. Esse percentual, segundo o Secovi, demonstra tendência de redução da taxa acumulada do ano. (…)

Leia texto na íntegra no portal Uol.

Portal Terra: “Classes D e E possuem cerca de 70% das propriedades rurais”

Cerca de 70% das propriedades rurais brasileiras são de famílias das classes D e E. Apesar disso, esses estabelecimentos representam apenas 32,9% da área ocupada e 7,6% do Valor Bruto da Produção (VBP). Já as classes A e B, que têm 5,8% dos imóveis rurais, detêm 38,5% da área e 78,8% do VBP. Os números, baseados em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fazem parte de um estudo feito pela Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a distribuição da renda no campo, encomendado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). (…)

Leia texto na íntegra no portal Terra.

Economia está à deriva mas não afunda – por enquanto

Efeito de um supercomitê à deriva nos EUA e do naufrágio das economias no velho continente acaba respingando em todo o mundo. Por Claudio Carneiro, para Opinião e Notícia

Guilherme Barros/iG: “Governo não deveria financiar todas as obras de infraestrutura no País, diz Ibre/FGV”

O governo brasileiro deveria rever a política de financiamento público para obras de infraestrutura no País. Na edição de novembro da Carta do Ibre/FGV, a entidade defende que os recursos do Tesouro Nacional não sejam aplicados liberalmente em obras rodoviárias e portuárias, sem que haja um estudo prévio. (…)

Leia texto na íntegra na coluna do Guilherme Barros, no iG.

Globo News: Fernando de Holanda Filho comenta as previsões para o fim a crise na Europa

Assista aqui o vídeo com o comentário do economista do Ibre/FGV.

Mas, afinal, o que é Economia Criativa?

Uma nova forma de abordagem econômica, impulsionada por uma necessidade de repensar determinada atividade — que passe por momentos de estagnação, declínio ou crise — recebe o nome de Economia Criativa. O nome refere-se aos novos modelos de negócio criados a partir de produtos ou serviços culturais e desenvolvidos pelo conhecimento ou capital intelectual. Se a explicação deste primeiro parágrafo ainda não é clara, vamos aos exemplos. Com o declínio de sua indústria de carvão e aço, a cidade inglesa de Shefield transformou-se num polo de desenvolvimento de mídias digitais. Fabricar um CD não é economia criativa. O game gravado nesta mídia, este sim, integra a nova onda. (…)

Leia o texto na íntegra no site Opinião e Notícia.

Emprego e cor

Para obter o melhor resultado de mídia de uma pesquisa acadêmica sobre o aproveitamento de mão de obra no mercado de trabalho – elaborada pelos economistas Fernando de Holanda Barbosa Filho e Samuel de Abreu Pessôa, da FGV – foi desenhada uma estratégia de divulgação que começou com uma nota na coluna Negócios & Cia de O Globo. Era o teaser para a divulgação da pesquisa, publicada com exclusividade – dias depois – pela coluna “Panorama Econômico” de Miriam Leitão – e editada interinamente por Regina Alvarez. No dia seguinte, Fernando de Holanda participou do programa Conta Corrente, da Globo News – com Guto Abranches e George Vidor. O assunto – abordando a dificuldade maior dos negros de manterem seus empregos nas sete principais capitais do país – ainda rendeu matéria em diversos jornais do país.

Folha.com: “Confiança do setor de serviços recua em outubro, aponta FGV”

O ICS (Índice de Confiança de Serviços) recuou 0,4% em outubro ante setembro, ao passar para 129,7 pontos, registrando a terceira queda consecutiva, de acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). (…)

Leia texto na íntegra no site Folha.com

Exame: “Inflação medida pelo IPC-S acelera em 4 de 7 capitais”

Tiveram aumentos de preços, na passagem da terceira para a quarta quadrissemana do mês passado, as cidades de Brasília, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre. (…)

Leia na íntegra no site Exame.com.