IGP-M sobe em janeiro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,79% em janeiro. Em dezembro, o índice variou 0,69%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 0,76%. No mês anterior, a taxa foi de 0,63%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,08%, em janeiro. Em dezembro, este grupo de produtos mostrou variação de -0,46%. Contribuiu para a aceleração o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de -9,09% para -1,14%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,17%. Em dezembro, a taxa foi de 0,34%. (…)

Leia na íntegra aqui.

Legado: a marca que os presidentes deixaram no país

Por Claudio Carneiro, para Opinião e Notícia

Discutir o que ficou de positivo de cada governo não é tarefa fácil tampouco inteiramente imparcial. Nunca houve um governo perfeito, totalmente ético, sem escândalos ou fraquezas. É certo que alguns foram mais competentes e outros menos. Como o debate político-partidário perde crédito e robustez a cada eleição, parece incrível que ainda haja duas forças que se oponham com tanta veemência, por tanto tempo – precisamente 16 anos – e que despertem tantas paixões ou desprezo quanto tucanos, de um lado, e petistas, do outro, descontados os votos nulos e brancos, é claro.

Estas forças antagônicas governaram a história recente do país. De um lado, de 95 a 2002, Fernando Henrique Cardoso. De outro, Luís Inácio Lula da Silva, de 2003 a 2010 – elegendo sucessora. A discussão sobre qual dos dois deixou o maior legado vai longe – desde os botequins aos meios acadêmicos. Jornalista de política de O Estado de São Paulo que nos acompanhou com seus comentários durante esta série de matérias, Gabriel Manzano abre a discussão: “O estudo dos legados presidenciais deveria, a meu ver, incluir um grande feito coletivo. Desde o fim da monarquia, tivemos 40 presidentes e 36 anos de ditadura e o principal legado de todos eles foi o desprezo pela tarefa de educar o povo. O abismo entre o nível educacional do Brasil e os de nações mais adiantadas é garantia de que não deixaremos tão cedo de ser um país de terceira classe. Sem formação e sem cidadania, com o crescimento que vem por aí estamos condenados a construir uma nação de bárbaros com dinheiro”.

Manzano joga mais lenha na fogueira: “Outro legado negativo, já velho de cinco ou seis décadas, é o abandono das ferrovias. É ridículo que um país do tamanho do Brasil tenha apenas 35 mil quilômetros de trilhos e que cidadãos, de posse de um Blackberry ou um iPad, não possam tomar um trem confortável para ir de São Paulo ao Rio ou de Fortaleza a Recife. E que os carros tenham de disputar espaço, nas rodovias, com gigantescos vagões de trem disfarçados em caminhões. O transporte aéreo é cheio de defeitos, mas não é justo cobrar só dele a confusão dos aeroportos. Pode-se cobrar também de Juscelino, Jango, dos cinco generais-presidentes, de Sarney, Collor, Itamar, FHC e Lula”, arremata.

O consultor e jornalista escocês John Fitzpatrick lembra que, quando passou por aqui pela primeira vez, em 87, trocava dinheiro todos os dias: “As pessoas ficavam desesperadas para trocar a moeda brasileira por dólar para não perder dinheiro”. O Plano Real – vigente até hoje, acabou com isso. “Moro aqui há 15 anos e tive contato direto com os governos FHC e Lula. Não havia nada de estranho sobre o Brasil quando cheguei, em setembro de 1995. Primeiro, porque a nova moeda – o Real – era na verdade mais forte do que o dólar americano. Segundo, porque a inflação parecia ter sido destruída após anos de inflação extremamente alta e até hiperinflação”.

O jornalista destaca que a era FHC foi marcada por constantes crises – Argentina, Rússia, Ásia, o Real supervalorizado, pedidos ao FMI, apagões de energia, desemprego, miséria social, crime, corrupção, juros altíssimos e a imagem negativa do país no exterior. Ele entende que o país “estava à mercê de eventos externos quando sob a liderança de FHC. Como presidente, ele era distante e parecia um pouco esnobe – um intelectual de Higienópolis que ficava mais à vontade com acadêmicos estrangeiros do que com o povo brasileiro”.

Lula e FHC ganham notas de avaliação

Sobre Lula, o jornalista acha que o ex-presidente teve autoconfiança – e certa teimosia – que fizeram com que ele tivesse força interior para fazer as coisas. “Ele não era um homem letrado mas havia aprendido com seus erros. Como líder sindical, estava mais interessado em aumentar o salário dos trabalhadores do que iniciar uma revolução. Ele não era uma mente ideológica apesar de ser de esquerda e estabeleceu um bom relacionamento com o setor privado garantindo aos empresários que ele não seria o socialista radical que muitos no mercado temiam”.

Fitzpatrick destaca que, sob a administração Lula, o desemprego caiu em níveis recordes, o salário mínimo aumentou, a inflação permaneceu sob controle, as taxas de juros caíram, o país pagou a sua dívida externa e acabou até emprestando dinheiro para o FMI. “Ao mesmo tempo, quando a crise global veio em 2008, ele reagiu rapidamente e usou recursos públicos – especialmente empréstimos de longo prazo – para evitar os piores efeitos. Sua previsão de que a crise seria uma marolinha acabou se provando correta. “Em termos de imagem externa, Lula foi uma estrela por alguns anos. No entanto, perdeu muito do seu apelo ao apoiar regimes desagradáveis em lugares como Sudão e Irã e ao chatear deliberadamente – e tolamente – a Itália com o caso Battisti. Lula cometeu muitos erros e teve sorte de o escândalo do mensalão não o ter derrubado. No geral, eu daria ao FHC nota 6 (em 10) e ao Lula, nota 8”, conclui.

Para o economista Armando Castelar, da FGV, Fernando Henrique teve o mérito de consolidar o plano de estabilização econômica de um país que vivia refém da inflação e levar a privatização para a infraestrutura. Mudou a legislação que envolvia o petróleo e Telecom, responsável pelo boom de petróleo que o país vive hoje. Sobre Lula, Castelar observa: “Ele fez muito pouco pela economia. Aprovou a lei de falências e crédito consignado e reformou a alienação fiduciária de imóveis. Mas aproveitou o cenário externo favorável para acumular volume de reservas internacionais. Lula introduziu, sim, importantes programas de transferência de renda como o Bolsa Família”. A psicóloga Josete Viegas de Mello concorda com Castelar: “A principal obra de Lula foi ter incluído milhões de brasileiros numa nova classe social”. Já o consultor e jornalista norte-americano, Bill Hinchberger, por sua vez, avalia que o marketing foi o grande legado de Lula: “com seu estilo de Getulio contemporâneo como ferramenta de comunicação com o povo”.

Nada mais estimulante para quem escreve do que ver seu texto virar tema de debate. Os comentários postados em Opinião e Notícia em reação às duas primeiras matérias – e em resposta aos primeiros a opinar – emprestam consistência e sinceridade – não ao texto em si – mas à provocação que ele faz. Não se espera a mera concordância diante do que está escrito e finalizado. O debate é essencial.

Confiança do consumidor fica estável em janeiro, aponta FGV

Por R7

A confiança do consumidor brasileiro ficou praticamente estável entre dezembro e este mês, devido a uma piora na avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia, segundo dados divulgados pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quinta-feira (27). O ICC (Índice de Confiança do Consumidor) – composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor – passou de 121,7 para 121,6 pontos.

O ISA (Índice da Situação Atual), que avalia as condições presentes da economia, caiu 1,4%, para 144,2 pontos (contra 146,2 em dezembro). A proporção dos consumidores que acham a situação atual boa teve apenas uma leve alta, de 35,5% para 35,6% do total; já a dos que a consideram ruim cresceu de forma mais acelerada – passou de 15,4% para 19,3%.

O IE (Índice de Expectativas), que mede a opinião dos consumidores sobre a situação da economia nos próximos seis meses, avançou 0,7% (de 108,9 para 109,7 pontos). A parcela de consumidores que esperam uma melhora caiu de 31,5% para 29,6%; a dos que preveem piora, por sua vez, subiu de 11,9% para 15,6%.

A pesquisa Sondagem de Expectativas do Consumidor é realizada com base numa amostra com mais de 2.000 domicílios em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados para a edição de janeiro foi feita entre os dias 3 e 21 deste mês.

http://noticias.r7.com/economia/noticias/confianca-do-consumidor-fica-estavel-em-janeiro-20110127.html

O Livreiro na Campus Party

Por Cultura News

Chegamos a 2011 com mais de 500 milhões de perfis no Facebook, a taxa de tweets por segundo só cresce, mais e mais leitores de eBooks chegam ao mercado e uma pergunta se mantém: o que a literatura tem ganho com isso?

Esse foi o mote da conversa que a Campus Party apresentou na tarde de hoje no espaço Mídias Sociais: Literatura & Redes Sociais. Participaram Eduardo Spohr, escritor catapultado a best seller pelo apoio da e estratégia de divulgação na internet, Verena Petitinga – Arquiteta da informação e CEO de O Livreiro, rede social para leitores, Paulo Tadeu – Dono da Editora Matrix e João Paulo Cuenca, escritor e redator revelação da última década, com moderação do diretor de Marketing e Relacionamento da Livraria Cultura, Fabio Herz.

Além da importância da internet para a divulgação de novos trabalhos e escritores, a mesa passeou pelo uso de eReaders, a popularização do livro e da leitura com as facilidades da web e enveredou até pela frequente afirmação de que o brasileiro lê pouco. “Não acredito que o brasileiro lê pouco, mas que falta estrutura para que o brasileiro leia mais”, afirmou Fabio Herz. “Como alguém vai conseguir investir minimamente em literatura, cultura, tendo que se preocupar muito mais imediatamente com gastos urgentes do cotidiano?”.

Leia na íntegra aqui: http://www.culturanews.com.br/noticiadetalhe.aspx?noticiaid=564

Primeiro INCC-M de 2011 registra desaceleração

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em janeiro, taxa de variação de 0,37%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,59%. Nos últimos 12 meses, o índice registrou variação acumulada de 7,42%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,42%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,13%. No índice referente a Mão de Obra, registrou-se variação de 0,32%. No mês de dezembro, a taxa foi de 1,08%.

Saiba mais aqui: http://portalibre.fgv.br

O legado dos presidentes

Por Claudio Carneiro, para www.opiniaoenoticia.com.br

O escritor de um romance e um autor de novela não devem ter a mesma emoção nem o mesmo cuidado com os personagens que um jornalista necessita quando escreve sobre os protagonistas de uma história que pouco tem de ficção, mas um grande teor de emoção, tramas, finais felizes – outros nem tanto. Assim como as novelas, presidentes da República entram em nossas casas por todas as portas, janelas, frestas e buracos da fechadura. Podem ser amados ou odiados, mas nunca ignorados. Dos presidentes militares, por exemplo, pouco se fala. Somente Lula – com toda sua popularidade – se atreveu a elogiar Geisel e Garrastazu. O poder inebria.

O ex-metalúrgico pode ter sido o mais popular, mas se houve quem tenha deixado a maior marca, esse alguém foi Juscelino Kubitschek. Eternizado pela modinha “Presidente Bossa Nova”, de Juca Chaves, JK construiu uma nova e moderna capital – planejada e protegida – ideal para evitar atentados ou revoltas como aquela na Baía de Guanabara em que João Cândido Brasil, o “navegante negro” da música de Bosco e Blanc, tomou navios de guerra nas mãos e ameaçou arrasar o Palácio do Catete.

Com um plano de metas – o Plano Nacional de Desenvolvimento – debaixo do braço, Juscelino abriu estradas e estimulou a indústria automobilística. Sobre ele, comenta o jornalista de política de O Estado de S. Paulo, Gabriel Manzano: “cravaram em JK o carimbo de “desenvolvimentista”, mas ele foi mais que isso. Num país traumatizado pelo suicídio de Getúlio, mudou a agenda, “criou a moda” de se olhar para frente na administração do país – e olhar com otimismo. Não era só slogan. Ainda candidato, ele reuniu técnicos e montou um projeto nacional, resumido no célebre “50 anos em 5”, comentou para o Opinião e Notícia. “Ao tirar a capital do Rio de Janeiro, apesar da duvidosa escolha que fez com Brasília, abriu caminho para uma nova identificação nacional. Era elegante, simpático, acessível, adorava dançar, vivia sorrindo e perdoando seus críticos – tudo que o país precisava depois da tragédia de Getúlio”.

Manzano ressalta, no entanto, que o legado de Kubitschek foi marcado também por omissões e erros graves. “JK era tão amigo de seus amigos que, muitas vezes, deixava de lado o rigor da lei. Não mexeu com a corrupção, que foi gigantesca na construção de Brasília. Ao optar por uma capital no fundão de Goiás, trocou um problema por outro, distanciando o povo do poder e poupando os políticos da pressão das ruas. E foi em seus cinco anos que a inflação encorpou, para alimentar seguidas crises e infernizar o país até a vinda do Plano Real, 35 anos depois”, ensina.

Plano Real que nos leva a outro político de Minas Gerais – embora tenha nascido dentro de um navio na Bahia. Alçado à presidência com a, digamos, retirada de Collor, Itamar Franco teve habilidade para tocar o barco, cumpriu todos os ritos constitucionais, inclusive o plebiscito que manteve o sistema presidencialista e o regime republicano. Ao colocar Fernando Henrique Cardoso no Ministério da Fazenda, Itamar tornou-se o pai do plano que acabou com décadas de uma inflação galopante e de quatro dígitos. “O feito de Itamar é o Plano Real”, sentencia Armando Castelar, coordenador da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da FGV. “O Brasil começou a virar um país sério”, avalia o consultor e jornalista norte-americano Bill Hinchberger.

O que veio depois, todos sabem. Itamar elegeu FHC seu sucessor, fato que não ocorria desde que Artur Bernardes, em 1926, foi sucedido por Washington Luís. As mais fortes emoções desta série ficam reservadas para a próxima semana quando FHC e Lula serão colocados frente a frente.

http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/politica/legado-a-marca-que-os-presidentes-deixaram-no-pais-2/

Literatura e redes sociais

Por Universia

Internet transforma o processo editorial e a relação com os escritores

Com a internet acessível a cada vez mais pessoas cresce também o acesso a informações e surge o poder de escolha sobre quais conteúdos consumir. Foi repensando o papel literário com os avanços tecnológicos e as mídias sociais, que Fabio Herz, integrante da diretoria da Livraria Cultura, começou a mediar o debate “Literatura e redes sociais” na última terça-feira, 18 de janeiro, na Campus Party.

Segundo Paulo Tadeu, dono da Editora Matrix. Paulo Cuenca, de todas as mudanças que a modernidade trouxe, a exclusão do papel do editor é uma que não se verifica. “Com as redes sociais, não sinto meu emprego ameaçado, mas sim facilitado. Consigo ter acesso a um bom material e tenho o desafio de adaptá-lo da melhor forma possível”, disse Tadeu.

O escritor Paulo Cuenca também vê o papel do editor como fundamental para a continuidade de seu trabalho. “Não me vejo sem o editor para separar o meu joio do meu trigo, me apontar as coisas. As editoras podem acabar, mas esse profissional não sumirá dos processos de edição”, declara ele.

Para Tadeu a figura do profissional, entretanto será modificada. “O bom editor pensará no autor como um produto interessante, pensar na carreira desse escritor, em formas efetivas de divulgar o livro, como inseri-lo em diversas mídias, além de cuidar da imagem e de outros assuntos relacionados à obra e ao escritor”, comentou ele.

O debate apontou a necessidade das editoras se modificarem para não sofrerem grandes perdas, como aconteceu com a indústria fonográfica quando as músicas passaram a ser baixadas na Internet. Isso sob a perspectiva de que as pessoas podem publicar seus próprios textos na web e abrir uma ponte de conexão entre o escritor e seus leitores.

Interação com o leitor
Para o escritor Eduardo Sphor, o feedback dos leitores é fundamental para compor seus livros. “É preciso saber se comunicar nas redes sociais, pois é como uma amizade, se você fala pouco, ela desaparece, mas se fala muito, ela some. Algumas empresas querem entrar nesse meio, mas vetam comentários nos blogs, se esquecem que isso não deve ser algo empresarial, mas sim uma comunicação natural”, apontou ele.

Cuenca destaca ainda a mudança histórica que essas redes proporcionaram aos escritores. Segundo ele, quando um profissional sentia a necessidade de ter seu livro lido era preciso que ele se mudasse para o Rio de Janeiro, como diversos mineiros fizeram. “Lá era o local em que as editoras estavam estabelecidas. Hoje isso não é mais necessário, pois a interlocução pode ser feita via Internet”, declarou ele.

Sphor acredita também que a Internet pode contribuir muito com o trabalho de um escritor. “Não acho que a web transforma a literatura, mas ela permite que você se conecte com quem tem os mesmos gostos e interesses. Isso é legal porque às vezes você sente necessidade de escrever sobre algo, mas não sabe se há muitas pessoas interessadas nesse tema. A Internet permite que você encontre essas pessoas”, afirma ele.

E-books
A relação dos e-books também foi discutida pelos debatedores que notam a tendência desse modelo. “Nos EUA, a Amazon vende esse tipo de livro mais barato, aqui no Brasil não há muita diferença de preço. Além disso, o País começa a democratizar o acesso à banda larga e isso tornará o negócio mais acessível, ainda que o brasileiro tenha um apego ao livro físico”, opinou Verena Petitinga, CEO da rede social O Livreiro.

Ela acredita que as crianças gostarão mais da experiência de gadgets de literatura que tenham interação. Sphor compartilha da mesma opinião e acha que os livros que misturarem as experiências, isto é, puderem ter sons de vozes, trilha sonora e ambientação serão bastante procurados, mesmo que excluam um pouco a opção do leitor viajar e escolher os personagens sozinho.

Cuenca crê ainda que o e-book não excluirá a literatura impressa. “É o mesmo papo de quando surgiu o VHS, que as pessoas não assistiriam mais aos filmes no cinema, e isso ocorre até hoje”, lembrou ele. Com relação à pirataria, o escritor acredita que a estratégia seria baixar o preço, pois ninguém gosta de ir atrás de produtos falsificados. “Com um custo acessível, as pessoas podem comprar e as editoras podem fidelizar o cliente. Por exemplo, se uma editora colocar um custo X e deixar o usuário baixar 10 livros por mês o mercado pode evoluir junto com as mudanças da Internet”, sugeriu ele.

http://noticias.universia.com.br/vida-universitaria/noticia/2011/01/19/781375/internet-transforma-processo-editorial-e-relao-com-os-escritores.html

IGP-M desacelera na segunda prévia de janeiro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,63%, no segundo decêndio do mês de janeiro. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,75%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Leia na íntegra aqui:

http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&lumItemId=8A7C82332D33F502012D9DA74DFC5B55

O Livreiro no iG

A coluna de Guilherme Barros, no iG, publicou nota sobre a cobertura colaborativa que a rede social O Livreiro está fazendo da Campus Party 2011.

http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/01/17/rede-social-o-livreiro-promovera-cobertura-colaborativa-da-

IGP-10 diminui em janeiro

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 0,49%, em janeiro. A taxa apurada em dezembro foi de 1,27%. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Leia na íntegra e assista o vídeo do economista André Braz, da FGV, no link abaixo:

http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&lumItemId=8A7C82332D33F502012D935D5B501995