INCC-M desacelera em setembro

Por Ibre/FGV

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em setembro, taxa de variação de 0,20%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,22%. No ano, o índice acumula variação de 6,40% e nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 6,94%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,35%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,38%. No índice referente a Mão de Obra, registrou-se variação de 0,04%. No mês de agosto, a taxa foi de 0,06%.

Materiais, Equipamentos e Serviços 

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,36%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,32%. Dois dos quatro subgrupos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação, com destaque para materiais para instalação, cuja taxa passou de 0,34% para 1,37%. Contribuiu também para o avanço da taxa do índice o subgrupo materiais para acabamento (0,12% para 0,15%).

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,60%, em agosto, para 0,32%, em setembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo serviços técnicos, cuja taxa passou de 1,49% para 0,56%.

Mão de obra 

O grupo Mão de Obra registrou variação de 0,04%, em setembro. No mês passado, a taxa havia sido de 0,06%. A variação foi consequência de oscilações de mercado ocorrida em São Paulo e Porto Alegre.

Capitais 

Quatro capitais apresentaram aceleração: Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Em sentido oposto, Brasília, Recife e Porto Alegre tiveram desaceleração.

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Escassez de água mata mais que guerra

Por Blog do Refri

Relatório da ONU revela que mais pessoas morrem por causa de água poluída e contaminada – ou por falta dela – do que por formas de violência , inclusive guerras. O secretário-geral da instituição, Ban Ki-moon, disse ainda que o tema é vital para toda a agenda da ONU – saúde da criança e da gestante, expectativa de vida, qualidade dos alimentos e mudanças climáticas entre outros.
O estudo, intitulado “Água Doente”, aponta que dois milhões de toneladas de resíduos contaminam cerca de dois bilhões de litros de água diariamente. O resíduo é composto principalmente por esgoto, poluição industrial e pesticidas agrícolas e resíduos animais. A diarréia, principalmente causada pela água suja, mata cerca de 2,2 milhões de pessoas por ano e mais da metade dos leitos dos hospitais no mundo é ocupada por pessoas com doenças ligadas à água contaminada. O relatório recomenda sistemas de reciclagem de água e projetos multimilionários para o tratamento de esgoto. O que o estudo não diz é que, no futuro, as guerras poderão motivadas justamente pela falta de água para beber.

IPC-S acelera na terceira semana de setembro

O IPC-S de 22 de setembro de 2010 apresentou variação de 0,40%, 0,09 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. Cinco das sete classes de despesa apresentaram acréscimos em suas taxas de variação.

A principal contribuição para a aceleração do índice partiu do grupo Alimentação, cuja taxa passou de 0,51% para 0,63%. Nesta classe de despesa, os destaques partiram dos itens: arroz e feijão (-2,78% para -0,96%) e frutas (0,62% para 1,51%).

Os grupos Vestuário (0,63% para 0,89%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,33% para 0,44%), Habitação (0,22% para 0,29%) e Educação, Leitura e Recreação (0,19% para 0,22%) também contribuíram para o avanço da taxa do IPC-S. A maior influência em cada uma destas classes de despesa partiu dos itens: roupas (0,56% para 1,12%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,12% para 0,49%), material para reparos de residência (0,63% para 0,69%) e show musical (-2,29% para 0,15%), respectivamente.

Em contrapartida, o grupo Despesas Diversas (0,22% para 0,17%) apresentou decréscimo em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, vale mencionar o item mensalidade para internet, cuja taxa de variação passou de 0,29% para -0,70%, nesta apuração.

O grupo Transportes apresentou taxa de 0,09%, repetindo o resultado da semana anterior. O destaque no sentido ascendente partiu do item seguro facultativo para veículo (0,66% para 1,24%) e, no sentido descendente, o item gasolina (0,18% para 0,02%).

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Tanlup no Shampoo Choc

O blog Shampoo Choc é especializado em beleza feminina e teve esta semana um post dedicado à compra de arcos e tiaras de cabelo comercalizados por diversas lojas do mercado eletrônico Tanlup.

Confira aqui o post: http://www.shampoochoc.com/2010/09/guia-de-compras-arquinhos-e-tiaras.html

Confiança do consumidor cresce em setembro

 Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas – composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor – elevou-se em 0,7% entre agosto e setembro de 2010, ao passar de 120,9 para 121,7 pontos, considerando-se dados com ajuste sazonal.

A satisfação dos consumidores com o momento atual ficou estável enquanto as perspectivas para os meses seguintes tornaram-se menos favoráveis. O Índice da Situação Atual (ISA) elevou-se em 3,5%, ao passar de 136,1, em agosto, para 140,8 pontos, em setembro, atingindo novo recorde histórico. O Índice de Expectativas (IE) recuou 1,1%, ao passar de 112,8 para 111,6 pontos.

Em setembro, dentre os quesitos que compõem o ICC, o indicador de satisfação com a situação econômica local foi o que mais contribuiu para a evolução favorável do índice. O indicador elevou-se 6,5% na comparação com o mês anterior, atingindo 112,4 pontos, novo recorde histórico pelo sexto mês consecutivo. A proporção de consumidores que avaliam a situação atual como boa aumentou de 28,1% para 33,6% do total; a dos que a consideram ruim passou de 22,6% para 21,2%.

Em relação ao futuro, reduziu-se o grau de otimismo com a evolução da economia nos próximos meses. O indicador que mede o otimismo sobre a situação economica local recuou 2,1%, retornando ao patamar de maio (115,3 pontos). A parcela de consumidores que projetam melhora nos seis meses seguintes reduziu-se de 28,4% para 26,5%; a dos que preveem piora aumentou de 10,7% para 11,3%.

A Sondagem de Expectativas do Consumidor é realizada com base numa amostra de mais de 2000 domicílios em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados para a edição de setembro de 2010 foi realizada entre os dias 31 de agosto e 17 de setembro de 2010.

Saiba mais aqui: http://portalibre.fgv.br

Nestlé com sede

Por Blog do Refri, editado pela Clio
 
Nestlé caminha para monopólio da água mineral
As cidades brasileiras que são estâncias hidrominerais já foram consideradas áreas de interesse de segurança nacional e a administração dos parques, bem como a comercialização da água, não podiam ficar nas mãos de empresas estrangeiras. Ocorre que este país mudou muito e, agora, tudo pode. Quem vai a São Lourenço, por exemplo, observa que o parque das águas de lá está sob a administração da Nestlé.
A venda de água mineral transformou-se em negócio bilionário para a Nestlé Waters, empresa do grupo. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir), as 64 marcas em 36 países renderam à empresa suíça um faturamento de R$ 13,4 bilhões em 2009. Mas no balanço global da companhia, a América Latina respondeu por 3,2% das vendas, ficando à frente do Brasil.
Este cenário poderá mudar, uma vez que a gigante acaba de adquirir mais uma importante fonte a 27 quilômetros de São Paulo, entre Perus e Cajamar. Há dois anos, a fabricante de alimentos já havia comprado a Águas de Santa Bárbara, fonte de água mineral pertencia ao empresário Antonio Carlos Curiati e não descarta a compra de outras fontes.
A Nestlé envasa produtos como Pureza Vital e Levíssima, além de águas importadas como Perrier e San Pellegrino – em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os planos da empresa visam a distribuição de água em âmbito nacional.
Leia este e outros posts sobre o mercado de refrigerantes aqui: http://blogdorefri.blogspot.com

Cerveja mais cara no bar

O Dia online

Rio – Quem toma cerveja e chope no barzinho ou restaurante está pagando mais, devido à valorização do salário mínimo, afirma oeconomista André Braz, responsável pela análise do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Getulio Vargas. Beber fora de casa está 6,4% mais caro nos últimos 12 meses — dois pontos percentuais acima da inflação registrada no Rio, de 4,98%. Já para aqueles que driblam a Lei Seca optando pelo consumo doméstico, houve aumento abaixo da inflação, de 3,81%.

Leia a matéria na íntegra aqui: http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2010/9/cerveja_mais_cara_no_bar_110405.html

Tanlup no Leia Moda

A página especial de primavera do mercado eletrônico Tanlup, cliente da Clio em assessoria de imprensa, foi assunto do site Leia Moda.

Leia a matéria: http://www.leiamoda.com.br/leiamoda/content/materia.php?idText=4837&secao=noar

Veja a página de primavera: http://www.tanlup.com/primavera

Tanlup no Guia Beauté

O mercado eletrônico Tanlup, cliente da Clio em assessoria de imprensa, foi mencionado pelo blog Guia Beauté. A página feita especialmente para celebrar a nova estação (http://www.tanlup.com/primavera) foi citada em um post exclusivo do blog, veja aqui:

http://guiabeaute.blogspot.com/2010/09/moda-e-artesanato-pela-internet.html

O que faz o vice-presidente da República?

Por Claudio Carneiro

No tempo em que fazia programas de humor, Jô Soares costumava ironizar a figura do vice (qualquer vice). O mote era que vice não virava nome de rua, não ganhava estátua em praça pública e que ninguém se lembrava do nome dele. São raríssimos, por exemplo, os que saberiam dizer – de pronto – o nome do vice-prefeito de sua cidade. Lembramos, com tristeza misto zero de saudade, dos presidentes da ditadura militar. Mas quem foram os vices de Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel ou Figueiredo? No futebol, quem teria sido o vice do campeonato brasileiro do ano passado ou o vice em seu estado? Se não tiver sido seu próprio time será difícil lembrar.

É verdade. O vice, a rigor, só é importante quando o titular sai de cena. Que o digam José Sarney e Itamar Franco. Há algum tempo, vice nem aparecia na cédula eleitoral, que, aliás, não é vice mas é “ex”, substituída que foi pelo aparelhinho com a tecla verde. Na urna eletrônica, no entanto, foi feito o reparo e a carinha do vice aparece de forma coadjuvante ao lado do protagonista.

Para ser vice, seja no executivo federal ou estadual – ou ainda no âmbito municipal, que não é o caso destas eleições – o candidato precisa ser brasileiro, filiado a partido político e estar em dia com a Justiça Eleitoral. Para ser vice-presidente há ainda o requisito de ter mais de 35 anos. O vice-governador precisa ter mais de 30 e o vice-prefeito, mais de 21 anos. Assim como o titular, o vice exerce um mandato de quatro anos, com direito a uma reeleição. Todos são empossados no dia 1º de janeiro.

Eleito, o vice-presidente habitará uma residência avarandada, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer com jardins de Burle Marx, com área total de 4.283 m², numa ponta de terreno indevassável à beira do Lago Paranoá, em Brasília. No lado interno, diversos salões e, lá fora, árvores típicas do cerrado, gramado, plantas ornamentais, árvores frutíferas, emas e passarinhos, piscina e espelho d’água. Tudo isso, cercado de forte segurança.

Mas o que faz o vice-presidente, além de desfrutar deste paraíso que, em homenagem ao pássaro que é símbolo da região centro-oeste, ganhou o nome de Palácio Jaburu? Detentor do segundo cargo político mais importante do país, o vice-presidente tem a função de substituir o presidente em caso de viagem ao exterior, renúncia, morte ou deposição do cargo por processo de impeachment. A nada monótona vida política do país já contemplou todas estas situações. Sete vices já assumiram a presidência devido a algo mais sério que uma simples viagem ao estrangeiro. O vice é também uma espécie de conselheiro do presidente.

Os candidatos para habitar nobre endereço são Antonio Pedro de Siqueira Índio da Costa (do DEM), Claudia Alves Durans (do PSTU), Edmilson Silva Costa (do PCB), Edson Dorta Silva (do PCO), Guilherme Peirão Leal (do PV), Hamilton Moreira de Assis (do Psol), José Paulo da Silva Neto (PSDC), Luiz Eduardo Ayres Duarte (do PRTB), e Michel Miguel Elias Temer Lulia (do PMDB). 133.249.485 de brasileiros vão escolher o novo inquilino.

Já o vice-governador exerce função idêntica no âmbito estadual como bem lembra o livro “Eleições 98” do jurista Mayr Godoy. Mas pode esquecer o Jaburu. No Rio de Janeiro, o vice atende pelo apelido de “Pezão” por calçar sapatos de número 48. Em São Paulo, o vice Alberto Goldman assumiu o Governo para que o ex-governador José Serra concorresse à Presidência da República. Em Minas Gerais, o vice Antonio Augusto Junho Anastasia tornou-se governador para que Aécio Neves disputasse vaga no Senado Federal.

Um pouquinho de História

O primeiro capítulo do Brasil República já tem a participação do vice. O alagoano Floriano Peixoto assumiu a Presidência após a renúncia de seu conterrâneo Deodoro da Fonseca, em 1891. Em 1909, o vice Nilo Peçanha assumiu a Presidência com a morte de Afonso Pena. Vice na chapa de Rodrigues Alves, Delfim Moreira assumiu o cargo até a posse de Epitácio Pessoa. João Goulart foi vice de Juscelino e depois assumiu com a renúncia de Jânio Quadros, em 1961, mas acabou deposto pelos militares no exercício da Presidência. José Sarney foi empossado interinamente, em 1985, quando o presidente eleito não pode assumir por motivo de doença. Dias depois, com a morte do titular, Tancredo Neves, Sarney assumiu definitivamente para um mandato de cinco anos. Vice de Fernando Collor, Itamar Franco assumiu com a renúncia do presidente, em 1992. Foi no governo Itamar que foi realizado plebiscito sobre a forma de governo no Brasil e foi criado o Plano Real pelo Ministério da Fazenda.

Do eleitorado que vai às urnas no domingo (3 de outubro), 43,5% representam a Região Sudeste (43,5%) enquanto a Região Centro Oeste tem apenas 7%. As mulheres são a maioria – 51,8% do eleitorado: são 67.483.419 eleitoras e 62.824.986 eleitores. São Paulo é o maior colégio eleitoral com 30.301.398 votantes, seguido de Minas Gerais, com 14.522.090. Depois vem Rio de Janeiro com 11.589.763, Bahia com 9.550.898 e o Rio Grande do Sul, com 8.112.236. Roraima é o menor colégio eleitoral – 271,8 mil eleitores (0,2% do total).

Embora o alistamento eleitoral seja facultativo para os analfabetos, 8.097.513 deles estão aptos a votar. Exatos 2.922.432 eleitores têm 16 ou 17 anos. 2.609.959 votantes – 2% do total – têm mais de 79 anos. Que todos nós, jovens e velhos, instruídos ou não, saibamos escolher nossos representantes – e que eles sejam coadjuvantes ou protagonistas de um futuro melhor.

Leia mais: http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/politica/conheca-as-atribuicoes-de-um-vice/